A importância de Testemmunhar

05:44 |

Texto: João 1.35-42
Título: A importância de testemunhar
Proposição: O cristão deve testemunhar
Introdução
Pregue de todas as formas se possível use palavras. Temos consciência de que testemunhamos de Cristo principalmente, por meio, de nossas vidas. Afinal de contas um cristão não deve ser faça o que digo, mas não faça o que faço. Mas devemos falar de nossa fé no evangelho. Vejamos o exemplo de Cristo eu falava e vivia o que falava.
O apostolo Paulo ao chegar a Atenas e pregar de Cristo foi chamado de tagarela. Quantos jovens são cristãos 007 ocultos, não falam do evangelho por: timidez, não terem uma vida com Deus, medo de serem maus interpretados ou possuírem conhecimento suficiente.
Para sermos sal e luz precisamos sermos percebidos. Não se esconde uma lâmpada debaixo de alqueiro mas, é posto no veladouro para que possa a todos iluminar. Nessa texto podemos evidenciar três motivos principais pelo quais o cristão deve testemunhar constatemnete de Cristo.
I.                   Pela glorificação de Deus
Assim como os homens louvam espontaneamente tudo o que eles valorizam, assim espontaneamente instam conosco a nos unirmos a eles nesse louvor: “Ela não é encantadora? Não foi glorioso? Você não acha isso magnífico?”.
Os salmistas, ao dizerem a todos para louvarem a Deus, estão fazendo o que todos os homens fazem quando falam sobre o que estimam. Minha maior e mais geral dificuldade com o louvor a Deus dependia da minha absurda negação, quanto ao supremamente valioso, do que nos deleita, do que realmente não conseguimos deixar de fazer, acima de tudo o mais que valorizamos.
Acho que nos deleitamos em louvar aquilo que gostamos porque o louvor não apenas expressa, como também completa o prazer; é a sua designada consumação. Não é pelo elogio que aqueles que se amam continuam a contar um ao outro como eles são belos; o deleite é incompleto até que seja expresso.
Aqui está a solução! Nós louvamos o que estimamos porque o deleite é incompleto até que seja expresso em louvor. Se não pudéssemos falar sobre o que valorizamos, celebrar o que amamos e louvar o que admiramos, nossa alegria não poderia ser completa.
Portanto, se Deus nos ama o bastante para fazer com que a nossa alegria seja completa, ele deve não apenas nos dar a si mesmo, mas também obter de nós o louvor dos nossos corações — não porque ele necessita fortalecer alguma fraqueza em si mesmo ou compensar alguma deficiência, mas porque ele nos ama e busca a plenitude da nossa alegria, a qual só pode ser encontrada em conhecer e louvar aquele que é o mais magnífico de todos os seres.
Se Deus é verdadeiramente por nós, ele deve ser por si mesmo! Deus é o único ser em todo o universo para quem buscar o seu próprio louvor é o ato máximo de amor. Para ele, a autoexaltação é a maior virtude. Quando ele faz todas as coisas “para o louvor da sua glória”, ele preserva para nós e nos oferece a única coisa em todo o mundo que pode satisfazer os nossos anseios.
Deus é por nós! E o fundamento desse amor é que Deus tem sido, agora é e sempre será por si mesmo.
II.                 Alcançar outras pessoas
 Esses versículos deveriam constituir um interesse especial para todo cristão verdadeiro. Eles descrevem os primórdios da igreja de Cristo. A igreja, que hoje é consituida de inúmeros membros, no príncipio consistia somente de dois fracos membros. O chamado feito a esses membros encontra-se na passagem que acabamos de ler.
Vemos nesses versículos o em produzido quando testemunhamos de Cristo continuamente. Parece não ter havido qualquer resultado na primeira vez que João Batista clamou: “Eis o Cordeiro de Deus”. Não somos informados que alguém tenha ouvido, questionado a respeito e crido. Mas, no dia seguinte, quando João repetiu as mesmas palavras, dois de seus “discípulos, ouvindo-o dizer isto, seguiram Jesus”.  E foram recebidos com grande graça por Aquele a quem passaram a seguir. “Foram, pois, e viram onde Jesus estavam morando; e ficaram com Ele aquele dia”. Desse dia em diante tornram-se servos leais do mestre que acabaram de conhecer. Tomaram a cruz; continuaram ao lado de Cristo nas tentações por Ele enfrentadas; seguiram-no, por onde quer que ia. Ao menos um deles

              


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Atitude com nossos irmãos

05:42 |

Dom Pedro II o último monarca do Brasil. Homem atualmente quase esquecido de um tempo que há muito ficou para trás esquecido e ignorado. Deposto no dia 15 de Novembro de 1889 o monarca naquele momento apresentava cansaço, estava, doente e velho aos 65 anos.
Aos cinco anos de idade tornou-se príncipe regente do Brasil quando seu pai fugiu para Portugal ao ser deposto do trono, Dom Pedro I. Como aquele menino sofreu. Em cartas hoje conhecidas, a criança falava de saudades de que sentia do pai e em um momento mais desesperado pedia uma mecha de cabelo dele como lembrança. Naquele momento era órfão de mãe, pois ela havia morrido ao dar a luz. Tornou-se prisioneiro do seu destino relegado a crescer e torna-se imperador aos 15 anos de idade.
Perdeu seus filhos que morreram ainda crianças sobrando Isabel (que assinou a Lei áurea) e Leopoldina. Jornalistas que vinham ao Brasil escreveram que ele era homem triste. Apesar de ser líder supremo do país por meio do poder moderador era um homem humilde que aceitava ser caçoado pela impressa e respeitava pessoas que eram favoráveis à democracia. Amava realmente o nosso país, quando deposto levou um pouco de terra desse solo para com ela ser enterrado.
Um homem de tantas virtudes que até hoje inspira jovens extremistas a desejarem que nosso país se torne novamente uma monarquia. Foi um homem que cometeu muitos erros, teve amantes, foi omisso em muitos momentos, tomou decisões erradas, fez investimentos errados. Dedicou sua vida ao Brasil, mas falhou! Quantos dedicam suas a Cristo e falham, amam realmente a Deus, no entanto, revelaram-se insuficientes. Amam a Deus, mas odeiam os irmãos. Amam a Deus, mas terminam por atrabalha-las. Amam a Ele, mas dividem igrejas e criam até mesmo novas religiões. As intenções não levam a realização correta. Para o amor vertical ser correto o horizontal tem ser feito corretamente. Muitos imaginam ao cometer pecados aos seus irmãos estarem sendo zelosos com Deus.
No texto lido em romanos nós presenciamos o uma lista feita por Paulo de como deve ser o amor por nossos para que ele seja efetivo e possa gerar frutos. São no total 12 ingredientes para a receita do amor.
1.       Sinceridade. “O amor seja sem hipocrisia” (12.9 a). O amor não é teatro; ele faz parte da vida real. Como já vimos, a palavra “sincero” destaca que não somos atores nem a igreja é um palco. Paulo diz que o nosso amor pelos irmãos deve ser sincero, cordial e fraterno. Onde a hipocrisia está presente o amor está ausente. O amor deve ser sem dissimulação. Isso também não quer dizer devemos falar tudo o que vem em nossas mentes para sermos sinceros.
2.       Discernimento. “Detestai o mal, apegai-vos o bem” (12.9 b). O cristão deve amar e odiar com a mesma intensidade. Deve apegar-se ao bem e abominar o mal com todas as forças da sua alma. Precisa sentir aversão e repugnância pelo mal. Não pode ser uma pessoa encima do muro sem tomar posição. Na medida em que buscamos crescer na graça, buscamos obter a mente de Cristo, que é pensar como Jesus, amar o que Jesus ama e odiar o que Jesus odeia. O ódio é uma das mais fortes emoções que podem habitar o coração do homem. Odiar é destrutivo e degradante, menos quando o objeto do ódio é o mal.
À medida que desprezamos o que é mal, devemos nos apegar ao que é bom. Paulo usa uma linguagem intensa aqui. Devemos nos apegar firmemente ao bem, permitindo que ele seja cimentado em nossa alma, a fim de não cairmos ou nos movermos de acordo com o vento da fantasia cultural que vem em nossa direção.
3.       Benignidade. “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal” (12.10 a). Paulo usa neste versículo a palavra no sentido de amor dos pais pelos filhos. Devemos amar nossos irmãos em Cristo como amamos nossos parentes de sangue. A benignidade é uma das mais importantes virtudes na Bíblia.
A palavra cordial destaca o amor familiar, especialmente aquele que os pais dedicam aos filhos. Dentro da igreja não somos estranhos, muito menos unidades isoladas; somos irmãos, por que temos o mesmo Pai, Deus. A igreja não é apenas um agrupamento de conhecidos nem mesmo a reunião de amigos, mas uma família em Deus. Quando escreveu aos coríntios, Paulo dedicou um capítulo inteiro ao significado do amor (1Co 13).
4.       Honra. “... preferindo-vos em honra uns aos outros” (12.10 b). O amor da família cristã deve expressar-se em honra mútua, assim como em afeição mútua. Por mais que eu sinta que na congregação só eu estou correto e todos estão devo honrá-los, ou seja, respeitá-los.
5.       Entusiasmo. “No zelo não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor” (12. 11). A apatia não combina com a vida cristã. O crente precisa ser um individuo em chamas para Deus. Precisa arder de zelo pelas coisas de Deus. É alguém que serve a Deus com fervor. Aqueles que são mornos provocam náuseas em Jesus e, à semelhança da igreja de Laodiceia, estão prestes a ser vomitados pelo Senhor. “Desde os dias João Batista até agora, o reino de Deus é tomado pelo esforço, e os que se esforçam se apoderam dele” (Mt 11.12). Assim, é dever de cada cristão se esforçar pelo reino de Deus, fazendo dele sua principal ocupação de vida. O reino de Deus não deve ser visto com interesse secundário para um verdadeiro cristão. Devemos ser ativos com as coisas de Deus. Mesmo sem tempo integral, mas dedicação integral.
6.       Paciência. “Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes” (12.12). O crente cruza os vales da vida com os olhos cravados na esperança, enquanto pacientemente enfrenta as tribulações com uma vida de oração perseverante. A esperança da salvação futura estimula a alegria presente. A cola pra isso é uma vida de oração.
7.       Generosidade. “Compartilhai as necessidades dos santos” (12.13 a). O verbo significa tanto participar das necessidades e dos sofrimentos dos outros, como repartir os nossos recursos com eles. Num mundo governado pelo afã de obter, o cristão se inclina a dar, porque sabe que aquilo que guardamos, nós o perdemos, mas o que damos isso é o que temos.
O cristão não tem apenas o coração aberto, mas o bolso. A generosidade é a marca do cristão. A Bíblia diz que devemos trabalhar para suprir as nossas necessidades e ainda socorrer os necessitados (Ef 4.28). Nosso papel não é acumular apenas para nós. A verdadeira riqueza é aquela que distribuímos. A semente que multiplica não é a que comemos, mas a que semeamos. Deus supre a nossa sementeira para continuarmos semeando na seara dos necessitados. O principio ensinado pelo Senhor Jesus é claro: “Mas bem-aventurado é dar que receber” (At 20.35). A alma generosa prosperará. Quando você semeia com abundância, com fartura ceifará.
Qual foi a última vez que você ajudou alguém, que você deu uma oferta a alguém? (Meu e me sustenta). Lembre-se, aqueles que foram salvos pela graça tem o coração aberto para amar e o bolso aberto para contribuir.
8.       Hospitalidade. “praticai a hospitalidade” (12.13 b). O cristão não tem apenas o coração e o bolso abertos, mas também sua casa. Ele é hospitaleiro. Não devemos amar apenas os irmãos, mas também acolher os estranhos. A Palavra de Deus diz que muitos sem saber hospedaram anjos (Hb 13.2). Não apenas nós devemos estar a serviço de Deus, mas também nossa casa deve estar a serviço de forasteiros. A Bíblia fala de Priscila e Áquila, que abriram sua casa para receber as pessoas. A casa deles era uma igreja. Hoje podemos fazer de nossa casa uma agência de evangelização, um centro de aconselhamento. O cristianismo é a religião do coração aberto, da mão aberta e da porta aberta.
9.       Boa vontade. “Abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis” (12.14). O crente deseja o bem até para aqueles que o odeiam. A língua do cristão não deve ser fogo e veneno, mas árvore frutífera e fonte que jorra água límpida. Suas palavras são medicina. O cristão deve tornar a vida das pessoas mais suaves com suas palavras. Ele é um encorajador Suas palavras aliviam o fardo; são azeite na ferida. Suas palavras são verdadeiras, boas, oportunas e encontram graça.
Jesus não respondeu ultraje com ultraje. Os homens cuspiram nele. Arrancaram sua barba, esbordoaram sua cabeça, surraram seu corpo, pregaram-no numa, cruz, mas ele, podia fuzilá-los com seu juízo, abriu os lábios para interceder por eles. O diácono Estêvão morreu pedindo perdão para aqueles que o apedrejaram (At 7.60). Acredita-se que Estevão quebrou a dureza do coração de Paulo, assim como a oração de Cristo quebrou a dureza do coração do ladrão na cruz.
10.   Simpatia. “Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram” (12.15). O amor nunca se mantém longe das alegrias e dores dos outros. Assim como o gozo dividido é dobrado, também a tristeza dividida é reduzida a metade. É mais fácil chorar com os que choram que se alegrar com os que se alegram. Ex. chega em casa cansado.
11.   Harmonia. “Tende o mesmo sentimento uns para os outros” (12.16 a). Os cristãos devem viver em concordância uns com os outros. Devem ser unanimes entre si, nutrir os mais nobres sentimentos e praticar as mais excelentes atitudes entre si.
12.   Humildade. “em lugar de serdes orgulhosos, condescedei com o que é humilde; não sejais sábios aos próprios olhos” (12.16 b). Entre os cristãos não há espaço para esnobismo. O amor coloca o outro junto consigo.
Conclusão

Todos nós que estamos aqui cometemos esses pecados e nos fazemos ou de desentendidos ou realmente estamos com os olhos vendados e não conseguimos ver. Temos que deixar de sermos tão teóricos e precisamos passar a ser mais práticos, ou seja, reais. Isso será um desenvolvimento maior de um cristianismo verdadeiro. Pois, acredito que igreja somos, mas precisamos de mais.
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