A oração que agrada a Deus

02:16 |

Título
A ORAÇÃO QUE AGRADA A DEUS
Proposição
A oração é a ferramenta mais poderosa que Deus nos deu
Palavra-chave
Práticas
TEXTO
I Jo 5:13-17
         Introdução
O verso 13 apresenta o propósito de introduzir e fazer soar a nota do conhecimento e da certeza, que possuem os crentes verdadeiros, e que por sinal caracteriza essa epistola. Pois foi escrita tendo como propósito fundamental levar-nos a reconhecer o verdadeiro Filho de Deus. Introduzindo a ideia imediatamente seguinte que é a de que podemos ter plena confiança de Cristo em nossa vida diária, fruirá por meio da vida de oração eficaz.
O Gnosticismo talvez fosse a heresia mais perigosa que ameaçava a igreja primitiva durante os primeiros três séculos. Influenciado por filósofos como Platão, o Gnosticismo é baseado em duas premissas falsas. Primeiro, essa teoria sustenta um dualismo em relação ao espírito e à matéria. Os gnósticos acreditam que a matéria seja essencialmente perversa e que o espírito seja bom. Como resultado dessa pressuposição, os gnósticos acreditam que qualquer coisa feita no corpo, até mesmo o pior dos pecados, não tem valor algum porque a vida verdadeira existe no reino espiritual apenas.
Segundo, os gnósticos acreditam que possuem um conhecimento elevado, uma “verdade superior”, conhecida apenas por poucos. O Gnosticismo se origina da palavra grega gnosis, a qual significa “saber”, pois os gnósticos acreditam que possuem um conhecimento mais elevado, não da Bíblia, mas um conhecimento adquirido por algum plano místico e superior de existência. Os gnósticos se enxergam como uma classe privilegiada e mais elevada sobre todas as outras devido ao seu conhecimento superior e mais profundo de Deus.
E essa carta foi escrita a esses cristãos que há pouco eram pagãos e se viam bombardeados por filosofias pagãs com intenções de sincretismos(fusão de diferentes cultos ou doutrinas religiosas). Nesses versículos em especifico ele irá falar das práticas da ferramenta mais eficaz que Deus deu ao homem: a oração.

I.                    O pedir conforme sua vontade
A oração no verso 14 como sempre está condicionada a vontade de Deus. Isso obviamente não representa impedimento para qualquer atividade vital, sabendo-se que a vontade de Deus é o nosso beneficio. Lembro-me quando no inicio do ministério de meus pais uma senhora veio à igreja bastante atribulada por causa de problemas envolvendo a filha dela que estava casada e havia brigado com o marido. E havia sido até mesmo agredida por ele com uma paulada na cabeça. No momento da oração ela pediu pra que Deus fizesse com ele recebesse uma paulada maior na cabeça. Quando Cristo fala em Lucas 11:11-13 - E qual o pai de entre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? Ou, também, se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?
Deus nos ouve quando pedimos de tal forma que traz a realidade o que pedimos. No entanto, Deus não nos ouve quando oramos de maneira contrária a sua vontade, oque é outra maneira de dizer de forma contraria aos nossos próprios melhores interesses, por quanto a vontade de Deus é sempre benéfica a seus filhos. Até mesmo o juízo é um dedo da mão amorosa de Deus, efetuando aquilo que seu amor deseja.
Portanto, para que haja eficácia em nossa oração é necessária não somente proximidade com Deus mas, conhecimento de sua palavra para possamos pedir conforme sua vontade e não conforme a nossa humana e carnal. Pois, o pedir o mau do próximo em uma oração não apresentará eficácia nenhuma. A oração é a ferramenta mais poderosa que Deus nos deu.

II.                  A plena certeza do receber de Deus
O verso 15 não é uma mera repetição com base no versículo anterior. Antes, no dizer de Calvino é “uma aplicação da doutrina geral ao beneficio especial e particular de cada um, para que os fiéis não duvidem que Deus é propício às orações de cada individuo, para que, com mentes tranquilas, possam esperar que o Senhor cumpra aquilo por que oram, e para que, sendo libertos de toda tribulação e ansiedade, deixem nas mãos do Senhor seus cuidados.”
Tomando como exemplo a confiança de Josafá descrita em II Crô. 20:21,22 que nomeou cantores para que de antemão louvassem a Deus em agradecimento. Da forma nós devemos agradecer a Deus as suas bênçãos de antemão. (Adam Clarke - que foi um teólogo metodista e erudito bíblico britânico) diz - Pois, não que pedimos ‘hoje’ a misericórdia que precisamos para ‘agora’ mas só a recebemos ‘amanhã’ ou em algum tempo ‘futuro’, Deus dá a quem ora, ‘quando’ isso é necessário.
Jabez ICr. 4.10  Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Oh! Tomara que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido. O sucesso do qual Jabez desfrutou muito superou a tristeza do seu início. A oração de Jabez superou o nome de Jabez.
A certeza do receber de Deus poucas é certa em nossas vidas e muitas vezes não pedimos a Deus algumas coisas porque não temos convicção de que vamos recebê-las. Eu mesmo em muitos momentos fiz orações e pequenos pedidos que não cria que iria alcança-los e me vi desconcertado ao ter resposta de Deus. Portanto, tenhamos mais certeza e convicção em nossas orações e pedidos a Deus. A oração é a ferramenta mais poderosa que Deus nos deu.


III.                A intercessão pelo próximo
No verso 16 a intuito do autor é falar sobre pecados sérios e menos sérios, mas ele não procurava desenvolver o tema e aplica-lo a tipos específicos de pecados. Ele estava reconhecendo que universalmente nem todos os males são iguais. Jesus subtende a mesma coisa em Mt 23:14 - Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações; por isso sofrereis mais rigoroso juízo. Nesse caso a morte por conta do pecado pode está referindo a morte física. Mas, essa ideia não cabe dentro de nosso texto.
O autor diz que aquele que pode ser restaurado à comunhão, sobretudo quanto seu pecado não é do tipo que não provoca, realmente, a morte espiritual. Por consequência, sabemos que devemos orar por sua restauração, pois aprendemos que nossas orações se feitas conforme a vontade de Deus podem ser respondidas. Automaticamente vemos a importância da solidariedade cristã no sentido que devemos orar uns pelos outros.
O autor não proíbe a oração por alguns, antes a desencoraja. Possivelmente casos graves de gnosticismo e pessoas que haviam começado a pregar ensinamentos errados sobre a fé. Como o autor aqui não vemos nem um outro exemplo para tal atitude podemos pensar no caso de Pedro que perguntar ao à Cristo quantas vezes devemos perdoar recebe como resposta 490 vezes. Se nós devemos perdoar o que dirá Deus que é longânimo, misericordioso e nos transmitiu esse mandamento. Portanto, independente do crime intercedamos por todos.
Um missionário na Africa ao receber oração de 26 homens se viu salvo da morte dai a importância de intercedermos em amor uns pelos outros. Isso também demonstra o amor que devemos ter uns pelos outros. Pois, amar é preocupar-se com o bem estar do próximo e desejar vê-lo feliz.
É interessante fazer um calendário de oração, colocar diante de Deus a vida de irmãos que se encontram em países com graves perseguições, Coreia  do Norte, vida de outros que estão em graves sofrimentos ou, até mesmo, se desviando da fé.  Essa prática torna a oração eficaz.
Conclusão
O caso de meu primo...
A oração pode muito em seus efeitos e se feita conforme a vontade de Deus tendo plena certeza de que a receberemos e estarmos atentos para necessidades e anseios de nosso próximo. Com certeza a veremos respondida e nos sentiremos cada vez mais próximos de Deus e do realizar sua vontade. Portanto, ao orar nunca se canse de pedir pelo parente ou amigo que possivelmente é caso perdido. Sempre lembre que deve ser feita segundo a vontade de Deus.






O ato de crer em Cristo vai muito além do ato intelectual. O exemplo de Paulo descrito em Atos 26 narra o momento em que Paulo prega para o rei Agripa, mas esse não se convence da mensagem por principalmente agir de forma intelectual. O mesmo principio se aplica na vida de muitos até mesmo cristãos que apesar de convertidos e crentes em cristo não pendem e recebem por causa do ato intelectual e racionalizar até mesmo a salvação. O que é uma grande incoerência se pensarmos que o ato de crer em Cristo sua vida, história e poder deveria nos torna mais dependentes e crentes em seu poder e graça.


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Devemos reconhecer a importância que é criar um filho - Script

02:15 |


Texto: Gn 21. 1-8
Título:
Proposição: Devemos reconhecer a importância que é criar um filho
Introdução:
Perguntar quem é a irmã mais velha. Aquilo foi uma grande benção dada por Deus.
Palavra-chave: Lição
1.       Os filhos são bênçãos dadas por Deus
Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá. – Sl 127. 3. Mulher estéril. Abraão tinha descendência. Pais não conseguem o quanto são abençoados.
2.       Cumprirmos os nossos deveres
Abraão seu e Moisés não cumpriu. Muitos pais hoje eles têm sido. Levar a palavra de Deus.
3.       Agradecer pelos seus filhos
Os filhos se parecem. Divino. Pais que estão calculando. Continuidade do seu nome.

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Confiança para caminhar - Adolescentes

02:13 |


Título: Confiança para caminhar
Texto: 14:22-33
Proposição: Quem crê em Jesus é realmente feliz
Palavra-chave:  Aprendizado
Pergunta introdutória: Como nós cristãos devemos desenvolver em nossas vidas a dependência e confiança em Jesus de uma maneira melhor e mais real?
Introdução:
Adolescência é caracterizada como o período mais definitivo e conturbado da vida, apesar de não o ser necessariamente. Escolha de um trabalho, namoro, estilo de vida, forma de agir e se identificar com o mundo, todas são importantes decisões e trazem seus pesos. Ademais todos enfrentamos diferentes de problemas com a família, amigos, namoro e temos traumas e medos. Mudanças físicas, psicológicas e sociais. A ansiedade e depressão estão bastante presentes e afetam muitos de diversas formas diferentes. Como nós cristãos devemos desenvolver em nossas vidas a dependência e confiança em Jesus de uma maneira melhor e mais real?
Quebra-gelo 2: O vídeo do cara caindo.
1.      Jesus tem domínio sobre todas as coisas (22-25)
No texto lido observamos que Jesus pediu para ficar sozinho, insistindo dessa forma que seus discípulos fossem a sua frente. Ele desejava ficar sozinho para orar um pouco, pois estava cansado e era que ele fazia quando a multidão tentava torna-lo rei. O texto narra que o barco começou a ser açoitado pelas ondas enquanto Jesus no monte buscava a face do Pai em oração.
Jesus durante a madrugada começa a caminhar em direção ao barco enquanto a tempestade persistia. As ondas que jogavam o barquinho em todas as direções, tornaram-se sólidas debaixo dos pés de Jesus. Aquela superfície liquida que se movimentava por qualquer vento, tornou-se firme como rocha debaixo dos pés de Jesus.
Aqui há um grande encorajamento para todos nós, pois não há nada criado que não esteja debaixo dos pés de Cristo. Ele pode permitir que nós passemos por provações durante algum tempo, atirados em todas as direções por causa das tribulações. E pode ser que Ele venha nos socorrer mais tarde do que gostaríamos, durante a madrugada. No entanto, devemos nos esquecer que os ventos os temporais, problemas, são todos servos de Deus. Nada acontece sem a permissão dele, pois: “O Senhor nas alturas é mais poderoso que o bramido das grandes águas, do que os poderosos vagalhões do mar” (Sl 93.4). Ás vezes, nos sentimos como Jonas: “A corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim” (Jn 2.3). Devemos nos lembrar de que as ondas pertencem a Ele e ainda podemos vê-lo vindo em nossa direção andado sobre o mar.
Na série “Os treze porquês”, é possível ver a sensação de pessoas não regeneradas diante dos problemas da vida. A perspectiva é de desespero e o desejo é a vingança contra os agressores, mas com uma sensação de desilusão ao receber a ofensa. Diante desses problemas personagens retiram suas vidas, outros recorrem as drogas, outros ao sexo, a utilização de armas a entrada em um grupo de punk, tribo social, etc. Cada um de sua própria forma busca uma maneira de se encontrar de satisfazer os seus desejos hedonitas, cada um busca uma maneira de ser feliz.
No entanto, para uma jovem que tem Jesus e é estuprada a vida dela continua tendo sentido. Um jovem precisará de drogas para fugir de seus problemas, pois, Jesus pode ajudá-lo a resolver todos. Não precisará em entrar um grupinho de amigos, pois Jesus é o melhor amigo. Não precisará recorrer a uma arma para se sentir poderoso, pois Deus é o ser mais poderoso e está por Ele. Não precisará vingar-se, pois, Deus é quem o vinga e o defende dos males.
2.      Jesus pode conferir poder aos que nEle confiam (26-29)
Ao serem tomados de temor por crerem ser Jesus um fantasma os discípulos são acalmados por seu mestre com a seguinte afirmação: Eu sou. Depois de sua morte e ressurreição essa expressão adquiriu um conhecimento maior por parte dos cristãos.
Pedro diante da afirmação feita por Cristo toma a frente de todos os apóstolos e pede para fazer o mesmo que Ele. Pode ser lembrado que em outras ocasiões os discípulos haviam recebido poder de Jesus para realizar milagres semelhantes aos dele (10.1). Ao ser chamado a andar sobre as aguas Pedro o faz, mas acaba afundando por causa do temor de vento. A fé que ele tinha em Jesus foi suficiente para fazê-lo sair do barco andar sobre as águas, mas não forte o bastante para fazê-lo suportar a tempestade.
Deus pode fazer grandes coisas aos que ouvem a sua voz e o seguem podendo capacita-los a fazer coisas que antes considerariam impossíveis. Ele pode conduzi-los a passar por dificuldades e tribulações que antes considerariam impossíveis enfrentar. Quando se está com Cristo não é necessário temer nada! Por mais que as águas sejam profundas se Jesus nos disser “Vinde! ”, não devemos temer. “Aquele que crê em mim fará obras maiores que eu faço, e outras maiores fará” (Jo 14.12).
3.      Jesus é misericordioso com os fracos (30-33)
Por algum tempo Pedro andou sobre as águas. No entanto, a fraqueza da carne venceu o desejo do Espírito. Pedro tinha acabado de presenciar a bondade e o poder de seu Senhor. Ele não raciocinou que o Deus que o capacitou a dar o primeiro passo seria capaz de sustenta-lo para sempre. Não refletiu que agora estava mais perto de Cristo do que quando começou.
Quantos tem fé suficiente para dar o primeiro passo, mas não são capazes de continuar! Ficam assustados diante dos perigos e provações que surgem no caminho. Prestam mais atenção nas circunstâncias do que em Jesus e começam por consequência a afundarem. O ânimo deles se vai, mais por quê isso? Cristo continua sendo o mesmo! Os problemas não estão maiores agora do que eram no começo. Isto acontece pelo fato dos cristãos deixarem de olhar para Jesus e, assim, surge a incredulidade.
Mas, Jesus olha para nós e afirma, como disse a Pedro: “Homem de pequena fé, por que duvidaste? ”. Assim como uma mãe perdoa as fraquezas de um filho da mesma maneira Ele perdoa nossos erros e nos ajuda não nos deixando de amar. Ele demonstra grande paciência para com os que lhe pertencem e reconhece as suas debilidades.
Quando caímos o que temos a sensação que não conseguiremos mais nos reerguer ou que o pecado que cometemos será imperdoável. No entanto, essa não é a verdade o caminho da espiritualidade tem suas dificuldades e as quedas podem acontecer, mas precisamos ter consciência de que Jesus não nos abandona, e dessa forma, podemos nos erguer e continuar novamente o caminho.
Conclusão
Em todas essas observações existem muitas razões para servir a Cristo! Quando temos Jesus sabemos que se cairmos Ele nos erguerá. Se estivermos errados seremos trazidos de volta ao caminho. Ele nos disse: “De maneira nenhuma te deixarei, nunca jamais te abandonarei” (Hb 13.5). A nossa oração deve sempre: “Senhor aumenta-nos a fé” (Lc 17.5)







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A importância de Testemmunhar

05:44 |

Texto: João 1.35-42
Título: A importância de testemunhar
Proposição: O cristão deve testemunhar
Introdução
Pregue de todas as formas se possível use palavras. Temos consciência de que testemunhamos de Cristo principalmente, por meio, de nossas vidas. Afinal de contas um cristão não deve ser faça o que digo, mas não faça o que faço. Mas devemos falar de nossa fé no evangelho. Vejamos o exemplo de Cristo eu falava e vivia o que falava.
O apostolo Paulo ao chegar a Atenas e pregar de Cristo foi chamado de tagarela. Quantos jovens são cristãos 007 ocultos, não falam do evangelho por: timidez, não terem uma vida com Deus, medo de serem maus interpretados ou possuírem conhecimento suficiente.
Para sermos sal e luz precisamos sermos percebidos. Não se esconde uma lâmpada debaixo de alqueiro mas, é posto no veladouro para que possa a todos iluminar. Nessa texto podemos evidenciar três motivos principais pelo quais o cristão deve testemunhar constatemnete de Cristo.
I.                   Pela glorificação de Deus
Assim como os homens louvam espontaneamente tudo o que eles valorizam, assim espontaneamente instam conosco a nos unirmos a eles nesse louvor: “Ela não é encantadora? Não foi glorioso? Você não acha isso magnífico?”.
Os salmistas, ao dizerem a todos para louvarem a Deus, estão fazendo o que todos os homens fazem quando falam sobre o que estimam. Minha maior e mais geral dificuldade com o louvor a Deus dependia da minha absurda negação, quanto ao supremamente valioso, do que nos deleita, do que realmente não conseguimos deixar de fazer, acima de tudo o mais que valorizamos.
Acho que nos deleitamos em louvar aquilo que gostamos porque o louvor não apenas expressa, como também completa o prazer; é a sua designada consumação. Não é pelo elogio que aqueles que se amam continuam a contar um ao outro como eles são belos; o deleite é incompleto até que seja expresso.
Aqui está a solução! Nós louvamos o que estimamos porque o deleite é incompleto até que seja expresso em louvor. Se não pudéssemos falar sobre o que valorizamos, celebrar o que amamos e louvar o que admiramos, nossa alegria não poderia ser completa.
Portanto, se Deus nos ama o bastante para fazer com que a nossa alegria seja completa, ele deve não apenas nos dar a si mesmo, mas também obter de nós o louvor dos nossos corações — não porque ele necessita fortalecer alguma fraqueza em si mesmo ou compensar alguma deficiência, mas porque ele nos ama e busca a plenitude da nossa alegria, a qual só pode ser encontrada em conhecer e louvar aquele que é o mais magnífico de todos os seres.
Se Deus é verdadeiramente por nós, ele deve ser por si mesmo! Deus é o único ser em todo o universo para quem buscar o seu próprio louvor é o ato máximo de amor. Para ele, a autoexaltação é a maior virtude. Quando ele faz todas as coisas “para o louvor da sua glória”, ele preserva para nós e nos oferece a única coisa em todo o mundo que pode satisfazer os nossos anseios.
Deus é por nós! E o fundamento desse amor é que Deus tem sido, agora é e sempre será por si mesmo.
II.                 Alcançar outras pessoas
 Esses versículos deveriam constituir um interesse especial para todo cristão verdadeiro. Eles descrevem os primórdios da igreja de Cristo. A igreja, que hoje é consituida de inúmeros membros, no príncipio consistia somente de dois fracos membros. O chamado feito a esses membros encontra-se na passagem que acabamos de ler.
Vemos nesses versículos o em produzido quando testemunhamos de Cristo continuamente. Parece não ter havido qualquer resultado na primeira vez que João Batista clamou: “Eis o Cordeiro de Deus”. Não somos informados que alguém tenha ouvido, questionado a respeito e crido. Mas, no dia seguinte, quando João repetiu as mesmas palavras, dois de seus “discípulos, ouvindo-o dizer isto, seguiram Jesus”.  E foram recebidos com grande graça por Aquele a quem passaram a seguir. “Foram, pois, e viram onde Jesus estavam morando; e ficaram com Ele aquele dia”. Desse dia em diante tornram-se servos leais do mestre que acabaram de conhecer. Tomaram a cruz; continuaram ao lado de Cristo nas tentações por Ele enfrentadas; seguiram-no, por onde quer que ia. Ao menos um deles

              


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Atitude com nossos irmãos

05:42 |

Dom Pedro II o último monarca do Brasil. Homem atualmente quase esquecido de um tempo que há muito ficou para trás esquecido e ignorado. Deposto no dia 15 de Novembro de 1889 o monarca naquele momento apresentava cansaço, estava, doente e velho aos 65 anos.
Aos cinco anos de idade tornou-se príncipe regente do Brasil quando seu pai fugiu para Portugal ao ser deposto do trono, Dom Pedro I. Como aquele menino sofreu. Em cartas hoje conhecidas, a criança falava de saudades de que sentia do pai e em um momento mais desesperado pedia uma mecha de cabelo dele como lembrança. Naquele momento era órfão de mãe, pois ela havia morrido ao dar a luz. Tornou-se prisioneiro do seu destino relegado a crescer e torna-se imperador aos 15 anos de idade.
Perdeu seus filhos que morreram ainda crianças sobrando Isabel (que assinou a Lei áurea) e Leopoldina. Jornalistas que vinham ao Brasil escreveram que ele era homem triste. Apesar de ser líder supremo do país por meio do poder moderador era um homem humilde que aceitava ser caçoado pela impressa e respeitava pessoas que eram favoráveis à democracia. Amava realmente o nosso país, quando deposto levou um pouco de terra desse solo para com ela ser enterrado.
Um homem de tantas virtudes que até hoje inspira jovens extremistas a desejarem que nosso país se torne novamente uma monarquia. Foi um homem que cometeu muitos erros, teve amantes, foi omisso em muitos momentos, tomou decisões erradas, fez investimentos errados. Dedicou sua vida ao Brasil, mas falhou! Quantos dedicam suas a Cristo e falham, amam realmente a Deus, no entanto, revelaram-se insuficientes. Amam a Deus, mas odeiam os irmãos. Amam a Deus, mas terminam por atrabalha-las. Amam a Ele, mas dividem igrejas e criam até mesmo novas religiões. As intenções não levam a realização correta. Para o amor vertical ser correto o horizontal tem ser feito corretamente. Muitos imaginam ao cometer pecados aos seus irmãos estarem sendo zelosos com Deus.
No texto lido em romanos nós presenciamos o uma lista feita por Paulo de como deve ser o amor por nossos para que ele seja efetivo e possa gerar frutos. São no total 12 ingredientes para a receita do amor.
1.       Sinceridade. “O amor seja sem hipocrisia” (12.9 a). O amor não é teatro; ele faz parte da vida real. Como já vimos, a palavra “sincero” destaca que não somos atores nem a igreja é um palco. Paulo diz que o nosso amor pelos irmãos deve ser sincero, cordial e fraterno. Onde a hipocrisia está presente o amor está ausente. O amor deve ser sem dissimulação. Isso também não quer dizer devemos falar tudo o que vem em nossas mentes para sermos sinceros.
2.       Discernimento. “Detestai o mal, apegai-vos o bem” (12.9 b). O cristão deve amar e odiar com a mesma intensidade. Deve apegar-se ao bem e abominar o mal com todas as forças da sua alma. Precisa sentir aversão e repugnância pelo mal. Não pode ser uma pessoa encima do muro sem tomar posição. Na medida em que buscamos crescer na graça, buscamos obter a mente de Cristo, que é pensar como Jesus, amar o que Jesus ama e odiar o que Jesus odeia. O ódio é uma das mais fortes emoções que podem habitar o coração do homem. Odiar é destrutivo e degradante, menos quando o objeto do ódio é o mal.
À medida que desprezamos o que é mal, devemos nos apegar ao que é bom. Paulo usa uma linguagem intensa aqui. Devemos nos apegar firmemente ao bem, permitindo que ele seja cimentado em nossa alma, a fim de não cairmos ou nos movermos de acordo com o vento da fantasia cultural que vem em nossa direção.
3.       Benignidade. “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal” (12.10 a). Paulo usa neste versículo a palavra no sentido de amor dos pais pelos filhos. Devemos amar nossos irmãos em Cristo como amamos nossos parentes de sangue. A benignidade é uma das mais importantes virtudes na Bíblia.
A palavra cordial destaca o amor familiar, especialmente aquele que os pais dedicam aos filhos. Dentro da igreja não somos estranhos, muito menos unidades isoladas; somos irmãos, por que temos o mesmo Pai, Deus. A igreja não é apenas um agrupamento de conhecidos nem mesmo a reunião de amigos, mas uma família em Deus. Quando escreveu aos coríntios, Paulo dedicou um capítulo inteiro ao significado do amor (1Co 13).
4.       Honra. “... preferindo-vos em honra uns aos outros” (12.10 b). O amor da família cristã deve expressar-se em honra mútua, assim como em afeição mútua. Por mais que eu sinta que na congregação só eu estou correto e todos estão devo honrá-los, ou seja, respeitá-los.
5.       Entusiasmo. “No zelo não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor” (12. 11). A apatia não combina com a vida cristã. O crente precisa ser um individuo em chamas para Deus. Precisa arder de zelo pelas coisas de Deus. É alguém que serve a Deus com fervor. Aqueles que são mornos provocam náuseas em Jesus e, à semelhança da igreja de Laodiceia, estão prestes a ser vomitados pelo Senhor. “Desde os dias João Batista até agora, o reino de Deus é tomado pelo esforço, e os que se esforçam se apoderam dele” (Mt 11.12). Assim, é dever de cada cristão se esforçar pelo reino de Deus, fazendo dele sua principal ocupação de vida. O reino de Deus não deve ser visto com interesse secundário para um verdadeiro cristão. Devemos ser ativos com as coisas de Deus. Mesmo sem tempo integral, mas dedicação integral.
6.       Paciência. “Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes” (12.12). O crente cruza os vales da vida com os olhos cravados na esperança, enquanto pacientemente enfrenta as tribulações com uma vida de oração perseverante. A esperança da salvação futura estimula a alegria presente. A cola pra isso é uma vida de oração.
7.       Generosidade. “Compartilhai as necessidades dos santos” (12.13 a). O verbo significa tanto participar das necessidades e dos sofrimentos dos outros, como repartir os nossos recursos com eles. Num mundo governado pelo afã de obter, o cristão se inclina a dar, porque sabe que aquilo que guardamos, nós o perdemos, mas o que damos isso é o que temos.
O cristão não tem apenas o coração aberto, mas o bolso. A generosidade é a marca do cristão. A Bíblia diz que devemos trabalhar para suprir as nossas necessidades e ainda socorrer os necessitados (Ef 4.28). Nosso papel não é acumular apenas para nós. A verdadeira riqueza é aquela que distribuímos. A semente que multiplica não é a que comemos, mas a que semeamos. Deus supre a nossa sementeira para continuarmos semeando na seara dos necessitados. O principio ensinado pelo Senhor Jesus é claro: “Mas bem-aventurado é dar que receber” (At 20.35). A alma generosa prosperará. Quando você semeia com abundância, com fartura ceifará.
Qual foi a última vez que você ajudou alguém, que você deu uma oferta a alguém? (Meu e me sustenta). Lembre-se, aqueles que foram salvos pela graça tem o coração aberto para amar e o bolso aberto para contribuir.
8.       Hospitalidade. “praticai a hospitalidade” (12.13 b). O cristão não tem apenas o coração e o bolso abertos, mas também sua casa. Ele é hospitaleiro. Não devemos amar apenas os irmãos, mas também acolher os estranhos. A Palavra de Deus diz que muitos sem saber hospedaram anjos (Hb 13.2). Não apenas nós devemos estar a serviço de Deus, mas também nossa casa deve estar a serviço de forasteiros. A Bíblia fala de Priscila e Áquila, que abriram sua casa para receber as pessoas. A casa deles era uma igreja. Hoje podemos fazer de nossa casa uma agência de evangelização, um centro de aconselhamento. O cristianismo é a religião do coração aberto, da mão aberta e da porta aberta.
9.       Boa vontade. “Abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis” (12.14). O crente deseja o bem até para aqueles que o odeiam. A língua do cristão não deve ser fogo e veneno, mas árvore frutífera e fonte que jorra água límpida. Suas palavras são medicina. O cristão deve tornar a vida das pessoas mais suaves com suas palavras. Ele é um encorajador Suas palavras aliviam o fardo; são azeite na ferida. Suas palavras são verdadeiras, boas, oportunas e encontram graça.
Jesus não respondeu ultraje com ultraje. Os homens cuspiram nele. Arrancaram sua barba, esbordoaram sua cabeça, surraram seu corpo, pregaram-no numa, cruz, mas ele, podia fuzilá-los com seu juízo, abriu os lábios para interceder por eles. O diácono Estêvão morreu pedindo perdão para aqueles que o apedrejaram (At 7.60). Acredita-se que Estevão quebrou a dureza do coração de Paulo, assim como a oração de Cristo quebrou a dureza do coração do ladrão na cruz.
10.   Simpatia. “Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram” (12.15). O amor nunca se mantém longe das alegrias e dores dos outros. Assim como o gozo dividido é dobrado, também a tristeza dividida é reduzida a metade. É mais fácil chorar com os que choram que se alegrar com os que se alegram. Ex. chega em casa cansado.
11.   Harmonia. “Tende o mesmo sentimento uns para os outros” (12.16 a). Os cristãos devem viver em concordância uns com os outros. Devem ser unanimes entre si, nutrir os mais nobres sentimentos e praticar as mais excelentes atitudes entre si.
12.   Humildade. “em lugar de serdes orgulhosos, condescedei com o que é humilde; não sejais sábios aos próprios olhos” (12.16 b). Entre os cristãos não há espaço para esnobismo. O amor coloca o outro junto consigo.
Conclusão

Todos nós que estamos aqui cometemos esses pecados e nos fazemos ou de desentendidos ou realmente estamos com os olhos vendados e não conseguimos ver. Temos que deixar de sermos tão teóricos e precisamos passar a ser mais práticos, ou seja, reais. Isso será um desenvolvimento maior de um cristianismo verdadeiro. Pois, acredito que igreja somos, mas precisamos de mais.
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