A oração que agrada a Deus

02:16 |

Título
A ORAÇÃO QUE AGRADA A DEUS
Proposição
A oração é a ferramenta mais poderosa que Deus nos deu
Palavra-chave
Práticas
TEXTO
I Jo 5:13-17
         Introdução
O verso 13 apresenta o propósito de introduzir e fazer soar a nota do conhecimento e da certeza, que possuem os crentes verdadeiros, e que por sinal caracteriza essa epistola. Pois foi escrita tendo como propósito fundamental levar-nos a reconhecer o verdadeiro Filho de Deus. Introduzindo a ideia imediatamente seguinte que é a de que podemos ter plena confiança de Cristo em nossa vida diária, fruirá por meio da vida de oração eficaz.
O Gnosticismo talvez fosse a heresia mais perigosa que ameaçava a igreja primitiva durante os primeiros três séculos. Influenciado por filósofos como Platão, o Gnosticismo é baseado em duas premissas falsas. Primeiro, essa teoria sustenta um dualismo em relação ao espírito e à matéria. Os gnósticos acreditam que a matéria seja essencialmente perversa e que o espírito seja bom. Como resultado dessa pressuposição, os gnósticos acreditam que qualquer coisa feita no corpo, até mesmo o pior dos pecados, não tem valor algum porque a vida verdadeira existe no reino espiritual apenas.
Segundo, os gnósticos acreditam que possuem um conhecimento elevado, uma “verdade superior”, conhecida apenas por poucos. O Gnosticismo se origina da palavra grega gnosis, a qual significa “saber”, pois os gnósticos acreditam que possuem um conhecimento mais elevado, não da Bíblia, mas um conhecimento adquirido por algum plano místico e superior de existência. Os gnósticos se enxergam como uma classe privilegiada e mais elevada sobre todas as outras devido ao seu conhecimento superior e mais profundo de Deus.
E essa carta foi escrita a esses cristãos que há pouco eram pagãos e se viam bombardeados por filosofias pagãs com intenções de sincretismos(fusão de diferentes cultos ou doutrinas religiosas). Nesses versículos em especifico ele irá falar das práticas da ferramenta mais eficaz que Deus deu ao homem: a oração.

I.                    O pedir conforme sua vontade
A oração no verso 14 como sempre está condicionada a vontade de Deus. Isso obviamente não representa impedimento para qualquer atividade vital, sabendo-se que a vontade de Deus é o nosso beneficio. Lembro-me quando no inicio do ministério de meus pais uma senhora veio à igreja bastante atribulada por causa de problemas envolvendo a filha dela que estava casada e havia brigado com o marido. E havia sido até mesmo agredida por ele com uma paulada na cabeça. No momento da oração ela pediu pra que Deus fizesse com ele recebesse uma paulada maior na cabeça. Quando Cristo fala em Lucas 11:11-13 - E qual o pai de entre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? Ou, também, se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?
Deus nos ouve quando pedimos de tal forma que traz a realidade o que pedimos. No entanto, Deus não nos ouve quando oramos de maneira contrária a sua vontade, oque é outra maneira de dizer de forma contraria aos nossos próprios melhores interesses, por quanto a vontade de Deus é sempre benéfica a seus filhos. Até mesmo o juízo é um dedo da mão amorosa de Deus, efetuando aquilo que seu amor deseja.
Portanto, para que haja eficácia em nossa oração é necessária não somente proximidade com Deus mas, conhecimento de sua palavra para possamos pedir conforme sua vontade e não conforme a nossa humana e carnal. Pois, o pedir o mau do próximo em uma oração não apresentará eficácia nenhuma. A oração é a ferramenta mais poderosa que Deus nos deu.

II.                  A plena certeza do receber de Deus
O verso 15 não é uma mera repetição com base no versículo anterior. Antes, no dizer de Calvino é “uma aplicação da doutrina geral ao beneficio especial e particular de cada um, para que os fiéis não duvidem que Deus é propício às orações de cada individuo, para que, com mentes tranquilas, possam esperar que o Senhor cumpra aquilo por que oram, e para que, sendo libertos de toda tribulação e ansiedade, deixem nas mãos do Senhor seus cuidados.”
Tomando como exemplo a confiança de Josafá descrita em II Crô. 20:21,22 que nomeou cantores para que de antemão louvassem a Deus em agradecimento. Da forma nós devemos agradecer a Deus as suas bênçãos de antemão. (Adam Clarke - que foi um teólogo metodista e erudito bíblico britânico) diz - Pois, não que pedimos ‘hoje’ a misericórdia que precisamos para ‘agora’ mas só a recebemos ‘amanhã’ ou em algum tempo ‘futuro’, Deus dá a quem ora, ‘quando’ isso é necessário.
Jabez ICr. 4.10  Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Oh! Tomara que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido. O sucesso do qual Jabez desfrutou muito superou a tristeza do seu início. A oração de Jabez superou o nome de Jabez.
A certeza do receber de Deus poucas é certa em nossas vidas e muitas vezes não pedimos a Deus algumas coisas porque não temos convicção de que vamos recebê-las. Eu mesmo em muitos momentos fiz orações e pequenos pedidos que não cria que iria alcança-los e me vi desconcertado ao ter resposta de Deus. Portanto, tenhamos mais certeza e convicção em nossas orações e pedidos a Deus. A oração é a ferramenta mais poderosa que Deus nos deu.


III.                A intercessão pelo próximo
No verso 16 a intuito do autor é falar sobre pecados sérios e menos sérios, mas ele não procurava desenvolver o tema e aplica-lo a tipos específicos de pecados. Ele estava reconhecendo que universalmente nem todos os males são iguais. Jesus subtende a mesma coisa em Mt 23:14 - Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações; por isso sofrereis mais rigoroso juízo. Nesse caso a morte por conta do pecado pode está referindo a morte física. Mas, essa ideia não cabe dentro de nosso texto.
O autor diz que aquele que pode ser restaurado à comunhão, sobretudo quanto seu pecado não é do tipo que não provoca, realmente, a morte espiritual. Por consequência, sabemos que devemos orar por sua restauração, pois aprendemos que nossas orações se feitas conforme a vontade de Deus podem ser respondidas. Automaticamente vemos a importância da solidariedade cristã no sentido que devemos orar uns pelos outros.
O autor não proíbe a oração por alguns, antes a desencoraja. Possivelmente casos graves de gnosticismo e pessoas que haviam começado a pregar ensinamentos errados sobre a fé. Como o autor aqui não vemos nem um outro exemplo para tal atitude podemos pensar no caso de Pedro que perguntar ao à Cristo quantas vezes devemos perdoar recebe como resposta 490 vezes. Se nós devemos perdoar o que dirá Deus que é longânimo, misericordioso e nos transmitiu esse mandamento. Portanto, independente do crime intercedamos por todos.
Um missionário na Africa ao receber oração de 26 homens se viu salvo da morte dai a importância de intercedermos em amor uns pelos outros. Isso também demonstra o amor que devemos ter uns pelos outros. Pois, amar é preocupar-se com o bem estar do próximo e desejar vê-lo feliz.
É interessante fazer um calendário de oração, colocar diante de Deus a vida de irmãos que se encontram em países com graves perseguições, Coreia  do Norte, vida de outros que estão em graves sofrimentos ou, até mesmo, se desviando da fé.  Essa prática torna a oração eficaz.
Conclusão
O caso de meu primo...
A oração pode muito em seus efeitos e se feita conforme a vontade de Deus tendo plena certeza de que a receberemos e estarmos atentos para necessidades e anseios de nosso próximo. Com certeza a veremos respondida e nos sentiremos cada vez mais próximos de Deus e do realizar sua vontade. Portanto, ao orar nunca se canse de pedir pelo parente ou amigo que possivelmente é caso perdido. Sempre lembre que deve ser feita segundo a vontade de Deus.






O ato de crer em Cristo vai muito além do ato intelectual. O exemplo de Paulo descrito em Atos 26 narra o momento em que Paulo prega para o rei Agripa, mas esse não se convence da mensagem por principalmente agir de forma intelectual. O mesmo principio se aplica na vida de muitos até mesmo cristãos que apesar de convertidos e crentes em cristo não pendem e recebem por causa do ato intelectual e racionalizar até mesmo a salvação. O que é uma grande incoerência se pensarmos que o ato de crer em Cristo sua vida, história e poder deveria nos torna mais dependentes e crentes em seu poder e graça.


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Devemos reconhecer a importância que é criar um filho - Script

02:15 |


Texto: Gn 21. 1-8
Título:
Proposição: Devemos reconhecer a importância que é criar um filho
Introdução:
Perguntar quem é a irmã mais velha. Aquilo foi uma grande benção dada por Deus.
Palavra-chave: Lição
1.       Os filhos são bênçãos dadas por Deus
Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá. – Sl 127. 3. Mulher estéril. Abraão tinha descendência. Pais não conseguem o quanto são abençoados.
2.       Cumprirmos os nossos deveres
Abraão seu e Moisés não cumpriu. Muitos pais hoje eles têm sido. Levar a palavra de Deus.
3.       Agradecer pelos seus filhos
Os filhos se parecem. Divino. Pais que estão calculando. Continuidade do seu nome.

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Confiança para caminhar - Adolescentes

02:13 |


Título: Confiança para caminhar
Texto: 14:22-33
Proposição: Quem crê em Jesus é realmente feliz
Palavra-chave:  Aprendizado
Pergunta introdutória: Como nós cristãos devemos desenvolver em nossas vidas a dependência e confiança em Jesus de uma maneira melhor e mais real?
Introdução:
Adolescência é caracterizada como o período mais definitivo e conturbado da vida, apesar de não o ser necessariamente. Escolha de um trabalho, namoro, estilo de vida, forma de agir e se identificar com o mundo, todas são importantes decisões e trazem seus pesos. Ademais todos enfrentamos diferentes de problemas com a família, amigos, namoro e temos traumas e medos. Mudanças físicas, psicológicas e sociais. A ansiedade e depressão estão bastante presentes e afetam muitos de diversas formas diferentes. Como nós cristãos devemos desenvolver em nossas vidas a dependência e confiança em Jesus de uma maneira melhor e mais real?
Quebra-gelo 2: O vídeo do cara caindo.
1.      Jesus tem domínio sobre todas as coisas (22-25)
No texto lido observamos que Jesus pediu para ficar sozinho, insistindo dessa forma que seus discípulos fossem a sua frente. Ele desejava ficar sozinho para orar um pouco, pois estava cansado e era que ele fazia quando a multidão tentava torna-lo rei. O texto narra que o barco começou a ser açoitado pelas ondas enquanto Jesus no monte buscava a face do Pai em oração.
Jesus durante a madrugada começa a caminhar em direção ao barco enquanto a tempestade persistia. As ondas que jogavam o barquinho em todas as direções, tornaram-se sólidas debaixo dos pés de Jesus. Aquela superfície liquida que se movimentava por qualquer vento, tornou-se firme como rocha debaixo dos pés de Jesus.
Aqui há um grande encorajamento para todos nós, pois não há nada criado que não esteja debaixo dos pés de Cristo. Ele pode permitir que nós passemos por provações durante algum tempo, atirados em todas as direções por causa das tribulações. E pode ser que Ele venha nos socorrer mais tarde do que gostaríamos, durante a madrugada. No entanto, devemos nos esquecer que os ventos os temporais, problemas, são todos servos de Deus. Nada acontece sem a permissão dele, pois: “O Senhor nas alturas é mais poderoso que o bramido das grandes águas, do que os poderosos vagalhões do mar” (Sl 93.4). Ás vezes, nos sentimos como Jonas: “A corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim” (Jn 2.3). Devemos nos lembrar de que as ondas pertencem a Ele e ainda podemos vê-lo vindo em nossa direção andado sobre o mar.
Na série “Os treze porquês”, é possível ver a sensação de pessoas não regeneradas diante dos problemas da vida. A perspectiva é de desespero e o desejo é a vingança contra os agressores, mas com uma sensação de desilusão ao receber a ofensa. Diante desses problemas personagens retiram suas vidas, outros recorrem as drogas, outros ao sexo, a utilização de armas a entrada em um grupo de punk, tribo social, etc. Cada um de sua própria forma busca uma maneira de se encontrar de satisfazer os seus desejos hedonitas, cada um busca uma maneira de ser feliz.
No entanto, para uma jovem que tem Jesus e é estuprada a vida dela continua tendo sentido. Um jovem precisará de drogas para fugir de seus problemas, pois, Jesus pode ajudá-lo a resolver todos. Não precisará em entrar um grupinho de amigos, pois Jesus é o melhor amigo. Não precisará recorrer a uma arma para se sentir poderoso, pois Deus é o ser mais poderoso e está por Ele. Não precisará vingar-se, pois, Deus é quem o vinga e o defende dos males.
2.      Jesus pode conferir poder aos que nEle confiam (26-29)
Ao serem tomados de temor por crerem ser Jesus um fantasma os discípulos são acalmados por seu mestre com a seguinte afirmação: Eu sou. Depois de sua morte e ressurreição essa expressão adquiriu um conhecimento maior por parte dos cristãos.
Pedro diante da afirmação feita por Cristo toma a frente de todos os apóstolos e pede para fazer o mesmo que Ele. Pode ser lembrado que em outras ocasiões os discípulos haviam recebido poder de Jesus para realizar milagres semelhantes aos dele (10.1). Ao ser chamado a andar sobre as aguas Pedro o faz, mas acaba afundando por causa do temor de vento. A fé que ele tinha em Jesus foi suficiente para fazê-lo sair do barco andar sobre as águas, mas não forte o bastante para fazê-lo suportar a tempestade.
Deus pode fazer grandes coisas aos que ouvem a sua voz e o seguem podendo capacita-los a fazer coisas que antes considerariam impossíveis. Ele pode conduzi-los a passar por dificuldades e tribulações que antes considerariam impossíveis enfrentar. Quando se está com Cristo não é necessário temer nada! Por mais que as águas sejam profundas se Jesus nos disser “Vinde! ”, não devemos temer. “Aquele que crê em mim fará obras maiores que eu faço, e outras maiores fará” (Jo 14.12).
3.      Jesus é misericordioso com os fracos (30-33)
Por algum tempo Pedro andou sobre as águas. No entanto, a fraqueza da carne venceu o desejo do Espírito. Pedro tinha acabado de presenciar a bondade e o poder de seu Senhor. Ele não raciocinou que o Deus que o capacitou a dar o primeiro passo seria capaz de sustenta-lo para sempre. Não refletiu que agora estava mais perto de Cristo do que quando começou.
Quantos tem fé suficiente para dar o primeiro passo, mas não são capazes de continuar! Ficam assustados diante dos perigos e provações que surgem no caminho. Prestam mais atenção nas circunstâncias do que em Jesus e começam por consequência a afundarem. O ânimo deles se vai, mais por quê isso? Cristo continua sendo o mesmo! Os problemas não estão maiores agora do que eram no começo. Isto acontece pelo fato dos cristãos deixarem de olhar para Jesus e, assim, surge a incredulidade.
Mas, Jesus olha para nós e afirma, como disse a Pedro: “Homem de pequena fé, por que duvidaste? ”. Assim como uma mãe perdoa as fraquezas de um filho da mesma maneira Ele perdoa nossos erros e nos ajuda não nos deixando de amar. Ele demonstra grande paciência para com os que lhe pertencem e reconhece as suas debilidades.
Quando caímos o que temos a sensação que não conseguiremos mais nos reerguer ou que o pecado que cometemos será imperdoável. No entanto, essa não é a verdade o caminho da espiritualidade tem suas dificuldades e as quedas podem acontecer, mas precisamos ter consciência de que Jesus não nos abandona, e dessa forma, podemos nos erguer e continuar novamente o caminho.
Conclusão
Em todas essas observações existem muitas razões para servir a Cristo! Quando temos Jesus sabemos que se cairmos Ele nos erguerá. Se estivermos errados seremos trazidos de volta ao caminho. Ele nos disse: “De maneira nenhuma te deixarei, nunca jamais te abandonarei” (Hb 13.5). A nossa oração deve sempre: “Senhor aumenta-nos a fé” (Lc 17.5)







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