O amor é o cumprimento

06:09 |

Título
O amor é o cumprimento da lei
Texto
Mateus 5:43-48
Introdução
O amor é o maior de todos os mandamentos Mateus 10:37-40. O amor é o cumprimento da lei. Os quatro primeiros mandamentos revelam o amor porque quem ama a Deus não terá outros deuses, não vai fazer imagens de escultura, quem ama a Deus honrará seu nome e não o tomara em vão, que honra a Deus se deleita nele e consagrará o dia para ter prazer nele. O quinto revela o amor ao próximo e esse amor deve começar dentro de casa honrando pai e mãe, respeita sua vida não matarás, respeita sua honra não adulterarás, respeita a sua propriedade não furtaras, não dará por consequência falso testemunho. E por último respeita o que é do próximo. Nós precisamos continuamente está fazendo o check-up do amor em nossa alma. Quando foi a última vez que você fez isso em sua alma? Precisamos fazer pois, é a revelação do seu cristianismo.
Mas no texto tratado podemos constatar um caso extremo que é devolver o mal recebido com o bem. Se conseguirmos aprender e praticarmos as verdades desse texto estaremos aptos perante Deus. Pois, alguém capaz de desejar o bem ao seu inimigo estará apto a tratar os seus amigos.
Proposição
O cristão verdadeiro devolve o mal com o bem
Palavra-chave
Atitude


I.                   Amar os inimigos
Fariseu é o nome dado a um grupo de judeus devotos à Torá, surgidos no século II a.C.. Criam numa Lei Oral, em conjunto com a Lei escrita, e foram os criadores da instituição da sinagoga. O fariseu chamava de irmão, companheiro, amigo e próximo apenas outro fariseu. Os demais eram para ele apenas povo comum. Por isso o fariseu desprezava o povo “comum”. Na opinião deles tratava-se de uma inimizade por causa de Deus. Sl 139.21: “Não aborreço eu, Senhor, os que te aborrecem? Aborreço-os com ódio consumado; para mim são inimigos de fato”. Vemos na Bíblia relatado o caso de Jonas um israelita que preferia quase morrer a levar a Palavra de Deus aos gentios de Ninive. Levando Deus a tomar medidas drásticas para ensina-lo e corrigi-lo.
Ao contrário do que eles faziam Jesus demonstra amor para com os pecadores. Exigindo algo imenso que nós próprios não somos capazes de fazer. Se Ele houvesse dito “não odiaras teu inimigo” seria mais fácil de praticar. Mas, a ideia de amarmos nossos inimigos é por demais elevada para nós. No entanto, Deus amou inteiro sem acepção de Pessoas, convido vocês a recitarem comigo 3.16? Agora vamos recitar 1Jo 3.16? Não vamos abrir lá.
Porque pra nós é mais fácil aprender com João do que 1João porque o primeiro se refere a algo de Deus para conosco e o segundo de nós para com nosso próximo. O primeiro é algo que não requer nosso esforço o segundo requer nosso esforço e é uma obrigação. Pra nós é mais fácil buscarmos nossos direitos do que cumprir nossos deveres. A sociedade atual que o diga.
Aquele ambiente descrito naqueles dias infelizmente está próximo do nosso atual. Com a diferença de que muitos cristãos estão fazendo a substituição dos fariseus. Discussões em sites na internet com cristãos perdendo a linha, ativismo cristão e discussões acaloradas sobre preceitos do cristianismo. O caso de minha vó. Muitos cristãos estão inconscientemente criando muralhas e barreiras para o evangelho. Enquanto o ensino de Cristo era de um amor- puro, infinito, ardente, divino- que pudesse fluir diretamente do coração de Deus portanto do pessoal e maravilhoso coração de Deus e não do coração do homem. Jesus e Zaquel. O cristão verdadeiro devolve o mal com o bem.

II.                 Orar pelos perseguidores
Provavelmente a ideia central é a da perseguição religiosa. O ódio mais persistente e profundo é o criado pelas diferenças religiosas. Mas, até os que nos perseguem por motivos religiosos devem ser objeto de nosso amor e de nossas orações. Provavelmente essas são as pessoas mais difíceis de serem amadas.
Por meio da atitude de amar seus inimigos e orar por eles, os seguidores de Cristo comprovarão a si mesmos e aos demais que são genuínos filhos do Pai celestial. Certamente ao dizer: “para que possam ser filhos”, Jesus não pretendia dizer: “para que fazendo isso vocês se tornem filhos”. Pela graça eles já eram filhos, porém seu comportamento ou conduta como filhos é que confirmaria esse fato porquanto filhos imitam seus pais. Na família celestial ainda mais categoricamente do que na família terrena pois a família celestial o filho verdadeiro é dotado do espírito de seu Pai. E é a este espirito que ele deve seu novo nascimento (Jo 3.5) tanto quanto seu crescimento nas virtudes cristãs.
A maneira como Jesus diz isso faz com que olhemos para além da ação, para Aquele quem a faz, e também para além da ação, para Aquele quem a faz, e também para além do fato, para a razão que o produz, ou seja, o amor do Pai pela humanidade. “Embora o Pai seja santíssimo e imaculado não se recusa a derramar suas bênçãos sobre maus e bons”.
Podemos enumerar um grande número de passagens que mostram que o amor de Deus não compartilhado com todos. Porém, assim como um humano que amam filhos e filhas. Deus ainda tem um amor por toda a humanidade. Se pensarmos homens como: Adolf Hitler, Stalin, Mao, etc. Experimentaram da graça comum de Deus. – Compaixão dos ninivitas.
Aprendi alguns meses atrás algo muito usual o ato de orar por pessoas que você tem problemas de convivência. Experimente orar, interceder por essas pessoas. E veja os resultados. E uma dica de rapazes do seminário.
Podemos ver o exemplo do avivamento espiritual que aconteceu na Coreia do Sul em 1907 quando
Isso nos revela a importância que tem o ato de amar hoje a Coreia do Sul tem 34,5% de cristãos tudo isso causa pelo poder que há no amor pois eles tiveram que perdoar. Para alcançar esse avivamento espiritual.
O cristão verdadeiro devolve o mal com o bem



III.              Saudar os desafetos

A saudação usual entre os judeus era “Paz (shalom) seja contigo”. Em Mat. 10:12,13 os discípulos usaram de saudação similar. O termo shalom inclui não somente paz, mas também prosperidade, e essa properidade, e essa prosperidade abrange toda forma de bem estar material e espiritual. A saudação portanto era uma espécie de oração pelo beneficio estrangeiro.
A saudação ocupava e ainda ocupa importante lugar nos costumes dos povos orientais. Depois de dizer “paz seja contigo” a pessoa proferia diversos comprimentos e congratulações. Nos tempos de Jesus os judeus não saudavam os gentios e até hoje  os islamitas não saudam os cristãos. A saudação era uma declaração- de fraternidade- e amizade. Os judeus não tinham esse espirito para com os gentios. Mas Deus se mostra amigo, e Cristo usa de espirito de fraternidade para com todas as raças.
Ser perseguido por causa da justiça é se alinhar com os profetas mas abençoar e orar pelos que nos perseguem e orar por eles é se alinhar com o caráter de Deus. - Carson

Conclusão

Quando Cristo em seu sacrifício cumpria esses três pontos automaticamente quando orava por seus inimigos com amor para que recebem a benção de serem perdoados: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo” (Lc 23:34).  O tempo imperfeito sugere que continuou orando, continuou repetindo sua súplica. Se a cruel tortura da crucificação  não pôde silenciar a oração do nosso Senhor por seus inimigos, que dor, orgulho, preconceito ou indolência poderiam justificar o nosso silêncio? – Stott
Retornar bem com o mau é diabólico, retornar bem com bem é humano; retornar mal com bem é divino. - Plummer



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